Se você descobre que estudaram Administração e Direção de Corporações, Justo, Finanças ou Engenharia pra poder chegar ao topo, se engana. Se formaram em corridas humanísticas. Sim, aquelas que ganharam a injusta fama de levar diretamente pro desemprego ou que estão fora de moda. Os números parecem constatar essas teorias.
Os últimos detalhes do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) colocam em primeiro local em empregabilidade para as engenharias e o último, às humanidades. Contudo a realidade às vezes desafia os números. Carly Fiorina, ex-diretora-executiva da Hewlett-Packard estudou História e Filosofia; Susan Wojcicki, atual diretora executiva do YouTube estudou História e Literatura; Peter Thiel, fundador do Paypal, é filósofo e Frederic Mazzela, fundador da BlaBlaCar, é músico. Parece, a priori, que esta tendência é contrária às advertências que o ano anterior fazia a comissária europeia de emprego, Marianne Thyssen, sobre isso os problemas das empresas pra encontrar trabalhadores com o perfil adequado.
“Setenta milhões de europeus não têm as habilidades adequadas e já que não expressar no mundo digital. Isso deixa em risco de desemprego, pobreza e exclusão social”, alertou. Em Portugal, os empresários espanhóis manifestaram a sua aflição com a lacuna entre a oferta de novos empregos digitais e o perfil dos recém-licenciados.
mas, remoto de ter contradições, ambos os fenômenos estão ocorrendo a cada vez. As corporações reconhecem que precisam de perfis técnicos, no entanto não deste jeito deixam de exigir os “humanistas”. Contudo também há que elucidar que a seriedade nesse tipo de geração não se fornece por parecido em todos os países: não chegou a Portugal, todavia é uma aposta em países anglo-saxões.
o Google, IBM e Microsoft se levam a Silicon Valley para psicólogos, artistas, músicos, filósofos, historiadores e filósofos. “, declara Luísa Esquerdo, diretora de recursos humanos da Microsoft Ibérica. Esta tendência não é novidade, no mínimo pra corporações como o Google. “Há mais de seis anos que levamos incorporando no padrão perfis que vêm das Humanidades e das Artes. É essencial pro desenvolvimento de nossos produtos e inovações descrever com profissionais de todas as áreas.
Como por exemplo, para desenvolver as interfaces dos produtos é mais considerável ter discernimento a respeito de como ver e compreender as pessoas, que as competências técnicas. Humanidades, Ciências Sociais, etc”, alegou ele, preocupado, Jesus Núñez, presidente da Comissão de Educação e Gestão do Discernimento da turquia (feriado).
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“Não estou de acordo com esta abordagem, que, de algum modo, reflete de que jeito tá o setor empresarial em Portugal. Os problemas de inovação, de planejamento a médio e longo prazo e de competitividade não existiria se não lhe nesse mais valor à formação filosófica”, diz Mendoza. “A criação em Filosofia, é extraordinária. A ideia é compreender uma questão que se forme como pessoa”, garante Luis Martín Cabiedes, fundador de Cabiedes & Partners, um dos fundos de capital de traço mais bem-sucedidos de Portugal.
Cabiedes é outra exceção espanhola que soube, como os anglo-saxões, que os humanistas “são necessários nas empresas, porque quando tudo está tão tecnificado é preciso ponderar “fora da caixa” e possuir uma visão diferenciado”. Cabiedes garante que não há que pensar na escola como uma porta para o emprego, todavia sim ao entendimento.
